Desta profusão de desejos que extrapolam quaisquer limites...
Saem à vida, o destino, a evolução, a sorte,
alegria e tristeza, prazer e dor e então... à morte.
Nas tantas certezas do certo e errado,
parece que vamos e voltamos para um e outro lado...
O que nos prenderia nestas ciclicidades?
Devaneios sobre nossas vontades?
Com a evolução e a existência,
dadas nossas persistências,
o que nos deixaria quites?
E, quais são mesmo
os nossos limites?
ralleirias

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