domingo, 21 de setembro de 2014

Graças à ela...

Estou novamente em paz,
graças à ela...
Que não acredita em novenas.
e não gosta de fazer novelas.

Aqui jaz, com sua calma,
seu jeito (nem sempre) suave,
convenceu-me, que a vida, assim, vale a pena...
Que ela é delicada, bela e sempre muito pequena...

Quem me deu, tão amplo norte
motivando a vida,
independentemente da sorte..?

A sempre presente, (embora escondida)
Pois sei, que ela não falha em sua lida.
Esta, já muito bem resolvida...
ainda preterida, mas,
só até a derradeira  morte.
ralleirias

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