segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Num bardo eterno de ser e não ser.

Atravessamos todos
os dias e noites 
incontáveis mundos.
Camadas e véus de
realidades subjetivas...

Grosseiras, sutis e secretas...
Magicamente no fundo de 
um abismo, em meio ao 
real espaço e tempo 
numa queda sem fim, 
mesmo acordados
nós ainda sonhamos...

Somos, fomos e seremos
este mesmo ente não permanente 
que assim sempre e nunca existiu... 
mas pulsa persistente..
.no que viu e no que não viu...
E no mesmo silêncio, em que nos
encontrávamos antes de um nascer.
Num bardo eterno, de ser e não ser.
ralleirias - das asceses místicas


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