segunda-feira, 22 de setembro de 2014

capacidades plásticas

Um bem estar.
Um 'não incômodo'.
Um desconforto, que é conceito.
Um desejo, que é construção...
Um erro, que não é defeito.

O que a alma sabe sobre suportar
suas capacidades plásticas?
O quanto lhe custa ser?

Como água...
Congelada, evaporada
como ela é, sem ser?
Tudo e nada, fluida
ressurgida, pressurizada?

Magicamente, não 'há', sem 'haver'...
Será? Agora, só posso crer...
O que somos, ainda está à carregar
aquilo que queremos vir a ser.
ralleirias


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