Há tantas instâncias em que
a escravidão acontece...
O gradiente espectral é amplo e
a sua maior parte é invisível...
Está aqui entre nós, apenas não à
compreendemos suficientemente
para nos libertar... Sim, nós...
Também estamos encarcerados
e somos escravizados pela
forma como nos expressamos, e
na maneira que nos relacionamos,
e contundentemente... na porção
irreal das coisas em que acreditamos,
e mesmo, ainda somos escravos
principalmente daqueles
para quem rezamos... (desejos ! ?)
E... até na foma como amamos.
A escravatura persiste, e parte
do seu espectro visível, comum,
é o que há de mais desprezível
nas relações sociais e humanas.
Mantém-se ela, também, pois há
aqueles entre nós, que são tão
apegados à própria escravidão,
que a defenderiam, até a morte...
É como se dela, dependessem
suas próprias vidas... e sorte.
E de certa forma, estão certos.
Provavelmente, não conseguiriam
viverem libertos.
ralleirias

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