Entre uma batida e outra
de todos os corações
da terra, está ali.
Na grama, que quando seca,
encolhe numa forma
de todos os corações
da terra, está ali.
Na grama, que quando seca,
encolhe numa forma
de caracol, também...
Nesta forma enrolada
de qualquer espiral...
E na cristalização, no
um, dois, três, cinco, oito, treze....
Esta força, esbarra
em nossas ignorâncias
e faz delas, potencial...
E cria bem, e cria mal.
Sempre e constantemente
impregnando,
permeando, dissolvendo
e fermentando,
e mesmo, degradando
num pulso continuado...
No entrelaçar quântico,
matriz da incerteza e vontade,
as gêneses de desejo e lembrança,
planejam esculhambar
com todas as esperanças...
estrutura-se então a realidade.
Assim, o inicio é fim,
que é início... e é fim...
Nada é planejado, mas acho,
que há um caos orquestrado...
ralleirias- crônicas das asceses místicas
Nesta forma enrolada
de qualquer espiral...
E na cristalização, no
um, dois, três, cinco, oito, treze....
Esta força, esbarra
em nossas ignorâncias
e faz delas, potencial...
E cria bem, e cria mal.
Sempre e constantemente
impregnando,
permeando, dissolvendo
e fermentando,
e mesmo, degradando
num pulso continuado...
No entrelaçar quântico,
matriz da incerteza e vontade,
as gêneses de desejo e lembrança,
planejam esculhambar
com todas as esperanças...
estrutura-se então a realidade.
Assim, o inicio é fim,
que é início... e é fim...
Nada é planejado, mas acho,
que há um caos orquestrado...
ralleirias- crônicas das asceses místicas

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