Aquele eu, foi assim, ao fim...
Não há, nem haverá, um novo eu...
A vontade de ser, se perdeu,
e espero, que para sempre...
E que este sempre,
seja como o nunca...
Assim... perpetuamente.
Minha humanidade, agora,
já não corre perigo...
Nem se importa com o relento...
E não precisa de abrigo...
Acabou-se por sentimentos...
Findou-se sem lenitivos...
Estou bem melhor agora...
Enquanto minha lucidez vai-se embora
E a altivez do ego, também se dissolve
A solidão e o esquecimento, me resolvem...
ralleirias (Das lutas de classe)

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