segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Que poema! que poema!

Que poema! que poema!
Desvendava o universo!
E descomplicava todo problema!
Magnífico, em cada linha e verso...

Perfeito, em rima e métrica...
Num singular sincopado,
com avassaladora lucidez épica
trazia à luz, grande enunciado...

Nem uma vírgula sequer
havia por melhorá-lo!
Mas, distraído...pela mais perfeita mulher...
Eis que eu, esqueci de anota-lo...

Que Musa fantástica!
Que Musa maravilhosa!
Deixou minha rima apática!
Confundiu toda minha prosa!

Seja o caos bendito!
Por propiciar tais eventos...
Uma Musa, transcende o infinito!
E causa tantos poemas, que gera, até ventos!
ralleirias




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