terça-feira, 26 de agosto de 2014

Deixei que o sol esquentasse minhas asas...

Deixei que o sol esquentasse minhas asas...

E o vento então, já  mostra-se favorável ao voo...

Mas, é inútil uma partida sem objetivos pensados.

Não pelo controle, mas em zelo...

Pelos recursos vitais, tomados e empregados...

Alço então, num pulo pleno ao abismo

Confiança, apenas na profundidade do mergulho...

Nesta imensidão, incerta e multifacetada...

Rogo, não cometer os mesmos erros e enganos...

Pois afinal, a vida, às vezes, não sobrevive nem às metáforas...

E o tempo é curto ... e assim, como ele passa !
ralleirias

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