Damos nascimento, para todos os instantes... E à diferentes entidades.
Estas, ainda que mesmo internas, conduzem-nos até um novo ente,
e este, embora desdobrado de nós, também será outro...
Será movido por sonhos frágeis, como em bolhas de sabão...
E desdobrar-se-á sempre em mundos novos e novas identidades,
e sempre em aparentes novas descobertas e fascinações...
Até o cerne de nosso ser perceber, que está onde sempre esteve.
Como um observador integrado ao todo e com potencial infinito...
E toda criação, será percebida como co-emergente de nossa razão.
Somos muito mais que a persona e a mente.
Somos a consciência que esteve e estará sempre presente.
ralleirias

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