Melhor mesmo... é tentar usar a memória de forma seletiva,
Comemorando assim, as coisas que nos impulsionam para a
alegria e a felicidade.
Guardar o que não presta, é como cultivar um jardim de
espinhos,ou uma horta de plantas tóxicas e flores já mortas...
Contudo, mesmo um jardim morto tem solução.
Mágoas e tristezas, deixam marcas e ressentimentos.
Porém, 'nunca' esquece-las, é como carregar uma carga
pesada demais...
E mesmo que este 'nunca', dure muito pouco, tão pouco,
como apenas o nosso tempo de existência...
O que guardamos, mas talvez, muito mais o que descartamos,
pode ser de fundamental importância para qualidade do
desenvolvimento das nossas vidas...
Celebre com quem lhe apoiou e desista das suas mágoas.
Olhe para elas, como valiosas lições, revertendo seu sentido
em proveito de sua evolução... re-signifique-as.
Há coisas, que se tornam bem melhores com o tempo.
Veja bem, mesmo nossas alegrias, tendem a perder o
poder e a energia que tinham num primeiro momento,
contudo, algumas perduram...
Mas nossas tristezas, com o tempo, também podem
converterem-se em crescimento, e então, chegar mesmo
ao ponte de brilhar como sabedorias...
Acho, que temos pouco e incerto tempo para realmente viver.
E o que parece importante, é podermos sempre escolher...
O melhor, para lembrar, provar, degustar, plantar...
e assim, o que queremos colher...
ralleirias

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