me lancei ao mar
naveguei, fui para
naveguei, fui para
águas distantes...
acreditando que
recebera outra chance,
e foi tão longe,
e foi tão longe,
que nem nome tinha o lugar...
Havia um Sol no horizonte,
que nunca queria deitar...
E um frio, que (acho),
Havia um Sol no horizonte,
que nunca queria deitar...
E um frio, que (acho),
era mais cortante
só por eu não ter,
só por eu não ter,
nenhum lugar para voltar...
Segui adiante...
Afinal, com o quê se importar?
só havia o horizonte
e eu, o vento, o sol e o mar...
Mas o sol, cansou de mim...
não conseguiu me acompanhar
E assim desinteressado
ele voltou a deitar...
Então o frio passou... da carne,
eis que agora, era só no coração...
Dia e noite navegando
em tão vazia e imensa solidão...
E assim, a vida, como o mar,
Segui adiante...
Afinal, com o quê se importar?
só havia o horizonte
e eu, o vento, o sol e o mar...
Mas o sol, cansou de mim...
não conseguiu me acompanhar
E assim desinteressado
ele voltou a deitar...
Então o frio passou... da carne,
eis que agora, era só no coração...
Dia e noite navegando
em tão vazia e imensa solidão...
E assim, a vida, como o mar,
se fazem eternos
Pois nós, encarcerados,
Pois nós, encarcerados,
insistimos em ser os mesmos..
nas primaveras, verões,
nas primaveras, verões,
outonos e invernos...
Acreditamos que temos rumo,
Acreditamos que temos rumo,

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