São com pés de( no) barro que os Mestres, caminham suavemente sobre a terra, cientes de que devem avançar delicadamente como suas consciências e linguagens em seus caminhos, e assim é próprio evitarem passos muy largos... contemplando também o tempo do próprio desenvolvimento para formarem o decidido existir no agora e só assim abrem-se as portas do real para de fato e ato, observar interagindo, para ser, exercitar o saber que quer ser, fazer, receber e aprender e ensinar, reciclar recriar e acontecer, caminhado em praticar... assim também evita pular sobre qualquer etapa ou coisa que estiver no caminho, assim, pisa devagarinho e cuidadosamente cura o perceber, o interagir, o acomodar, o respeitar-se e o lugar, o 'terreno', pois também só entregando-se em corpo total e pleno, e integrando-se poderá saber o novo saber o grande e o pequeno, e desenvolver-se no desenvolver deste suave caminhar, para seus pés de barro não se esfarelarem (se ferirem), ruindo a santidade (integridade) inteira no mundo aonde está a caminhar.
-crônicas das asceses místicas
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