E o coração que vaze,
pelas vontades, e sentimentos
desacumulando os sedimentos
de seu idílico bater no envase
daquilo que o ser cerceou
sem saber, sem poder, sem
querer e ter, de si, do
que de si sabe, ou de algo,
ou alguém que perceba-se em
legitimidade... num acontecer
para que constitua-se em
verdades, as fáticas,
em toda palavra que arde
no desejo convulsivo de
catarse, no que já vai,
que é tal qual um desarme
das coisas que não valem
e por que nunca é tarde
e mais ainda, quando se
está na definida
e atual realidade
da vida...
- metateatro
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