da tradição Sufi... E tudo no mundo se move
e o giro tem ciência maior, pois potencializa
forças telúricas e atávicas em nós e elas são
ativadas assim também no terreiro... como
numa gira, como no bailado no Santo Daime.
Na tradição Sufi, o Dervixe, o caboclo, gira
entoando seus rezos, numa jornada da alma,
similarmente como quando nós das matrizes
caboclas cantamos os nossos hinários e pontos...
E esta tradição também nos trás um testemunho
da universalidade de determinados canais de
manifestação de forças, e da importância do
ritmo e da cadência para a elevação da energia
da corrente e do 'sistema todo' na igreja no
terreiro e em nossas vidas. As palmas e os ritmos,
são formas cadenciadas como tudo pulsa, de
ativarmos os canais de manifestação das graças...
e do amor e fazem ativação das curas. Axé!
- crônicas das asceses místicas


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