sábado, 13 de dezembro de 2025

mortal

A mortalidade lugar amplo de complexa compreensão, 
existe em condição de objetividade e também no 
campo subjetivo enquanto ainda não ocorrida na possibilidade
de encerramento de qualquer vida...E em acontecimento, portanto 
objetividade, e assim realização final ela também é a porta do seu 
lugar conceitual objetivo, e ele é geradora do seu meta representativo 
oposto,  a imortalidade, esta, um ' lugar'  sempre no ainda subjetivo 
encosto, enquanto em nenhuma ocasião, de fato, provada.
Isto é posto, porque a imortalidade portanto é componente do universo 
também ainda do campo dos mortos. Se o 'imortal' não pode estar morto,
não pode estar no campo de qualquer objetivo existir, e inexistir, e sem algo 
ser não há nexo, no acontecer como coisa que imprima interrelações e 
coexistências em âmbitos finitos ou infinitos, coisa que existe também 
conceitualmente provada na própria morte pois morte é extinção e não 
existir conversa com vazio, o inexequível e o infinito, ali está também o 
campo do que é extinguível, infactível, e está todo o contexto de morte.
Nada se finaliza sem esta essencial passagem de troca, a transformação, 
a extinção, ser em alguma condição, historicidade perceptível no ato do 
real e factível deixar de existir em alguma dimensão, e o todo só existe 
e inexiste na percepção em aceitação de um imaginário subjetivo em
correlação com algo crível vivível e relacionável, aonde não há 
intocável. portanto nem incomensurável.
- Metateatro
 

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