existe em condição de objetividade e também no
campo subjetivo enquanto ainda não ocorrida na possibilidade
de encerramento de qualquer vida...E em acontecimento, portanto
objetividade, e assim realização final ela também é a porta do seu
lugar conceitual objetivo, e ele é geradora do seu meta representativo
oposto, a imortalidade, esta, um ' lugar' sempre no ainda subjetivo
encosto, enquanto em nenhuma ocasião, de fato, provada.
Isto é posto, porque a imortalidade portanto é componente do universo
também ainda do campo dos mortos. Se o 'imortal' não pode estar morto,
não pode estar no campo de qualquer objetivo existir, e inexistir, e sem algo
ser não há nexo, no acontecer como coisa que imprima interrelações e
coexistências em âmbitos finitos ou infinitos, coisa que existe também
conceitualmente provada na própria morte pois morte é extinção e não
existir conversa com vazio, o inexequível e o infinito, ali está também o
campo do que é extinguível, infactível, e está todo o contexto de morte.
Nada se finaliza sem esta essencial passagem de troca, a transformação,
a extinção, ser em alguma condição, historicidade perceptível no ato do
real e factível deixar de existir em alguma dimensão, e o todo só existe
e inexiste na percepção em aceitação de um imaginário subjetivo em
correlação com algo crível vivível e relacionável, aonde não há
intocável. portanto nem incomensurável.
- Metateatro
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