tanto das respostas que obtemos do meio externo, quanto das nossas
expectativas internas sobre estas respostas...
Amar, tolerar, odiar... quando este ciclo se intensifica, e numa frequência alta,
fica tudo meio misturado...
Um atenuante à esta dependência das respostas que recebemos destes estímulos
externos é a nossa própria compaixão.
Num mundo de expectativas e sofrimentos comuns, fica mais fácil entender o outro
como um ser que tem os mesmos problemas, as mesmas capacidades,
dores e incapacidades que nós temos...
A compreensão desta similaridade pode ser a ponte que torna possível nossa
compaixão chegar ao próximo...
A compaixão pode até obter reciprocidade,
mas partindo de cada um, é um caminho de mão única...
Ocupados com ela, por este mesmo caminho
não trafegarão então as pesadas cargas de ressentimento e mágoas ...
ralleirias

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