Deixe estar o pensamento.
Não há de faltar ideia.
Com o mover do tempo, de encontro ao meu semblante,
que tenho, como se pedra fosse, e como pedra, penso:
É o eterno, sim! Num enquanto ..!
Como minhas lógicas teias, de capturas provisórias,
que não dormem na imobilidade e temporalidade,
as almas que escrevem as próprias histórias, e mesmo
em meio à estas tantas pressas, em suas essências,
guardam os saberes necessários, eles resguardam-se
na calma de todas as existências.
Móveis por suas resiliências...nas diferenças,
somos assim, todos iguais
mas, não por coincidências.
ralleirias

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