terça-feira, 11 de março de 2014

Nunca é muito desejar por uma utopia

Nunca é muito desejar por uma utopia, 
e assim nada é demasiado complicado, 
pra quem sabe sonhar.
O desejo de amor, a certeza da morte 
como se fôssemos combustíveis, para isso deveriam bastar.
Transformar a própria realidade já é difícil, quanto mais mudar 
um mundo... 
No entanto, assim como as grandes viagens começam com 
um pequeno passo, um mundo melhor, começa na vontade e 
nas práticas cotidianas de cada indivíduo.
A construção de qualquer coisa, começa antes com uma ideia,
um sonho... Necessitamos de sonhadores, mais do que nunca, 
como dizia Galeano...precisamos do que hoje é visto até como delírio:
Um mundo mais justo, mais humano, mais pacífico... melhor.
E estes ideais, devem ser fortes o suficiente para tomar o lugar
de todo este lixo que nossa sociedade teima em considerar
como bens supremos, toda esta estupidez bélica, que os 
mandatários do mundo capciosamente teimam em chamar 
de 'liberdade e de democracia', corrompendo estas palavras 
e as tornando sinônimos de morte e abuso...
No tanto de verdade, que se constrói na realidade, 
quem são os loucos furiosos que constituíram esse mundo, 
onde massacram inocentes, trucidam crianças, destituem e 
usurpam populações nativas, dissolvem famílias,  clãs e 
culturas inteiras e destrói-se tudo, abusa-se de tudo em benefício 
do dinheiro e dum sistema monetário que se sobrepõe à vida? 
Você e suas vontades (as legítimas e as herdadas) dão quorum 
pra qual mundo?
ralleirias - crônicas das lutas de classe


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