sexta-feira, 14 de março de 2014

maldição de minha alma aflita...

Maldição, maldição de minha alma aflita...
Mil vezes mil vezes... maldita...
Jurei que não deixaria...
Como diabos foi acontecer....
Mas, e como impedir,
quando acontece... e o quê fazer?
Mal sem cura, dor que é prazer...
Maldita catarse de bem querer...
Vou, me entrego nesta enorme convulsão...
E foda-se toda lida, e foda-se o mundo...
Eu só tenho a certeza de que quero é beijar tua boca, querida...
Maldito esse meu coração vagabundo...
Ele não dá à mínima, para as complexidades do mundo...
E nem as da vida.
ralleirias


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