Estas rupturas são sempre inesperadas
E então, assim serão todas, sempre sofridas...
E cada memória, cada alegria
Agora... tornam-se alegorias
De quem te tem na lembrança
E nada resta mais, nem há alguma esperança...
De te ver quem sabe, num outro dia...
Que tenha valido à pena
E que tenha sido plena...
Que esta grande mudança
Te seja como uma epifania...
Sobre os teus caminhos

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