Na boca do inferno,
cheguei de terno
e sapato italiano...
Elegantemente eu corria até ela...
todos os dias, todo ano.
Na boca do inferno, eu fui estiloso,
com o meu carro moderno
Demônio garboso...
Na primavera, verão,
outono e inverno...
Pra boca do inferno,
aonde fui engolido...
Pensei ser o 'mocinho'...
E eu era o bandido...
Mas daí, cuidados eu tomei e...
E até que melhorei...
A boca do inferno
então me cuspiu.
Pois minha ganância,
com toda ânsia,
agora eu sei...
foi esta a puta
quem a pariu...
ralleirias

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