O tempo, cada vez mais curto...
Me assombra a possibilidade de outra vez ter sido em vão...
Tudo e todos os atos se esvaem.
Nada restará, nada perdurará.
A significância limitada de mim, para mim e por mim,
comigo chegará ao fim.
Estas glórias pífias...
Essas vitórias dolorosas e inúteis...
As derrotas de todos os que venci, me doem mais do que as minhas...
E o tempo, só é infinito porquê não existe.
O espaço é como a posição do ponto em uma linha...
relativamente irrelevante... e essencial.
E no final das contas, toda sabedoria comporta-se
como um desdobramento da estupidez e
torna-se igualmente insignificante...
Essa maldita eternidade...
é como um novo ponto de chegada e de partida à cada instante...
Multiplomultiversomutanterrante...
ralleirias

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