quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Fazer o bem, não fazer o mal e controlar a própria mente....

Poderíamos iniciar uma grande mudança, adotando três posturas básicas:
Fazer o bem, não fazer o mal e controlar a própria mente....
E claro que é infinitamente mais fácil pensar e falar do que agir.
Talvez porque o mundo seja tão confuso e violento em tantas dimensões.
Porém a prática fica mais fácil, na medida que descobrimos caminhos, pelos 
quais desvendamos a compaixão possível em relação a cada agente externo a nós.
Fica mais fácil, quando compreendemos, que parte daquilo que os outros seres 
e coisas 'são', é por atribuição dada pela nossa mente e nossa compreensão. 
E fica mais tranquilo, quando percebemos que a maior parte de nossos conflitos, 
são consequências de nossas próprias decisões em algum momento.
Compreensivamente, não fazer o mal, já é fazer o bem.
Controlar os próprios pensamentos, requer primeiro compreender que 
a maior parte do que pensamos originalmente não é nossa criação, 
mas sim de nossas culturas, expectativas, ansiedade, e mesmo de nossos devaneios.
Então, quando silenciamos nossa mente, aos poucos percebemos que não somos
exatamente quem pensamos ser...e todos os atributos deste ser quase fictício e 
de forma multidimensional condicionado, passam à ser não tão relevantes...
Mas daí, as ações deste ente, agora então desperto, podem ter sim, grande valor
para si próprio e portanto, para todo o seu meio...
ralleirias- Das ações, dos valores e dos mercados (fragmento)


Nenhum comentário:

Postar um comentário