Amaldiçoada...
Meu marco da dor encravada...
faz minha realidade ofuscada, por tanta ira...
Nas entranhas de teu penar pesado, eterno, e vago...
Melhor seria o lago do inferno...
Bem conheço tua miséria...
que agora é minha, e para sempre minha.
Apenas eu sei, de tuas nefastas, enganadoras cascas...
Dissolvi teus cortejos negros...
Resolvi teus desterros....
e então, preso fiquei aqui...
Imagem de coração tatuada, como um enterro
Liberei todas as almas que atormentaste...
pois apenas eu, queria seguir preso... por ti...
Maldita que nunca esqueci... maldita.
Maldita também, esta minha alma aflita,
que entreguei sem saber, para sempre... para ti...
Amaldiçoada e maldita...
Maldita que nunca esqueci...
..................
ralleirias- o rabo do diabo - fragmento.

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