terça-feira, 28 de outubro de 2014

Não há e nunca haverá nada de novo

Parece que não há e nunca haverá
nada de novo sobre a terra, além
de nossos enganos... nos mesmos arcanos.
Enquanto as certezas estiverem ligadas
a temporalidades, finitudes e ciclicidades...
No entanto há no centro destas engrenagens,
talvez um segredo... O próprio movimento mostra
uma liberdade que é, essencialmente, a própria
mutabilidade destes grandes enredos...
mas que são sempre como os velhos enganos que
se apresentam como novos, mas que ainda estão
assim, porque as nossas ingenuidades lhes constroem
em segredo.
ralleirias - crônicas das lutas de classe






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