Teu conhecimento não vai interessar....
A não ser que sirva à propósitos temporários
e reconhecíveis, pela perpetuação de algo já sabido...
Novidade não há sobre a terra.
E teus sentimentos não importam, além de teu umbigo...
A não ser que te salvem a vida e te livrem das cotidianas guerras.
Valente ou acovardado, corres entretanto os mesmos perigos...
Estás há um passo da eternidade, mas ela não está na tua frente.
Por tantos destes milhões e milhões de anos foste nada,
porque mudarias em algo futuramente?
No limbo cósmico das junções covalentes,
teus átomos, seguirão errantes e renitentes...
Segues o destino maior de ser nada, aí está a suprema liberdade...
Tudo está fadado ao deixar de existir, voltar ao inexistente...
O todo ainda contudo não é maior que o nada...
Eis que então, o nada é tudo, e todo teu!
E isto, ainda não te faz sorridente?
ralleirias - das lutas de classe

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