Reveladora sentença esta... 'meu amor'.
Talvez não exista algo, além de apenas nossas impressões,
sobre o que é esta explosão de 'gostar intenso'.
Outros seres vivem decerto uma ilusão idêntica
de emanação, também confundem-se com as
realidades que partem deles próprios...
Por acaso, vi ela fazendo compras, eu acho...
Aliás não, não era ela de fato... apenas o corpo(aquele belo corpo)
pois, faz tempo que a alma que um dia habitou
ali e a quem eu amava, se dissolveu, volatilizou...
Mas o que é estranho, definha diante do bizarro...
Aquele belo corpo me atraiu novamente, pela possibilidade
de uma outra alma sublime, ali agora morar por eventualidade.
Acho que isto é mais sobre a possibilidade de ser novamente feliz...
O que é a verdade ante a multiplicidade de realidades?
Infelicidade é um preço amargo à pagar pelos erros,
um maldito troféu dos atropelos...mas quando já o temos
que melhor aposta há para fazer? Daí, o que há de fato para perder?
Eu sei que o mudo é causal, mas gosto de pensar que há também
casualidades... Foda-se minha dignidade, se for este o preço, sou
novamente então um alegre candidato à possível infelicidade...
Então dei meia volta, entrei na loja e esbarrei nela... 'por casualidade'.
ralleirias

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