Mais do mesmo, o que todo mundo sabe, quer e mesmo anseia...
E ainda, nossas tranquilidades repousam num sono frágil sobre
o óbvio, sonhando aquilo que todo mundo pensa que quer esperar...
este provável, desejável vir à ser, com o qual todos estão
acostumados, sem abalos, sem novidades que destruam
suas expectativas de mundo...
Mergulhar no cerne da realidade, não costuma atrair
atenções, de fato parece que causa tensão e repulsa,
talvez pelo medo da própria incerteza...
Schrödinger que o diga... O que agora está sustentando
as realidades de cada um...
talvez sejam essencialmente suposições dos fatos,
muito parciais, patrocinadas pelas confortáveis ilusões próprias...
significações treinadas, papeis prontos, cenários reutilizados
com uma boa dose de medo e preguiça.
Ninguém quer a confusão de perceber, que tudo é como é,
mas nada é o que parece ser...
A incerteza pode incomodar, mas pode proporcionar
também uma percepção mais ampla, aonde existem
possibilidades infinitas. Ampliar nossas capacidades
de apreciar a diversidade e a pluralidade nos faz
crescer no nosso poder humano mais próprio,
a adaptabilidade. Então, o bom ou ruim,
já não são tão simples assim...
E talvez seja isto, o que mais assuste...
ralleirias (das mortes não morridas)

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