mas o objeto pode representar
o lugar aonde existe um transcender
simbólico ao ser simplório na saga
de conquista de si próprio como herói
dos próprios imbróglios transitórios,
até o seu sonhado lugar meritório...
E se existem tais objetos,
eles preenchem quais lugares,
como 'afetos'? E eles falam sobre
as curas de uma falta?
De um lenitivo para o que não volta?
Aonde a dor transversa, conversa
com os sofrimentos alheios,
há uma possibilidade de entendimento
sobre a própria humanidade.
O desejo é matéria subjetiva
que por vezes pavimenta o
caminho das diretivas que
transcendem as nossas narrativas...
Ter não é igual como ser
mas pertence ao compreender
e no uso e nas formas
o ser se reconfirma
mas também se transforma ...

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