A pós modernidade, nos surge agora, como o caminho mais provável.
Sua raiz, no entanto, parte do mais profundo veio da humanidade.
Sempre houveram, apenas subjetividades e possibilidades móveis...
Haverá um momento em nossas vidas, tão ligadas nestas
nossas referências de objetividades transitórias e pífias, em
que a pós modernidade, enfim, apresentar-se-á como a
única coisa que resta ...
E por isso, o 'nada', não restará frente à esta cascata
de possibilidades pré anunciadas...
No entanto, o 'quando', será mantido encarcerado, como uma
promessa e até aí, então, de nada...
Porém, o 'todo', está assim concretizado, nesta sempre espera de tudo.
E faz diferença agora, o tempo que será ganho ou perdido,
em incertezas, também de um outrora?
Somos mesmo azarados ... ou sortudos...
Pois, eis que este porvir, agora...não demora.
ralleirias

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