Eu aguardo que elas cheguem...
Como demônios alados...
Todo dia a qualquer hora...
Basta uma sugestão de alegria...
Ali estão, sem demora
Trazem estampado, eventualmente um sorriso...
Às vezes, mostram-se como um desejado afago...
Ou então, apenas aquilo que eu mais preciso...
Elas vêm por minha fome
Mas também por minhas crenças...
E por aquilo que me consome...
Aumentam sua frequência
Quando lembro o teu nome
E o mal que me faz tua ausência ...
Cumpro inapelável sentença, que vivo num eterno aqui
Não há fuga, deste tempo, e também já não há esperança
de escapar destas malditas lembranças... que eu tenho de ti.
ralleirias

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