Ela, que agora nem existe...
Ela, que insistia em me deixar triste.
Involuntariamente?
Mente aérea e displicente?
Mente que seguia o dia...
E inconsequente se ia... mentia?
Mente que seguia o dia...
E inconsequente se ia... mentia?
Descaradamente!?
Ela, com aquela sua presente ausência,
tanto, que acho então, que nunca existiu...
Mas, só na presença... e não na ausência...
Era bem assim, sem coerência, sim...
Agora, certamente não existe mais,
Ela, com aquela sua presente ausência,
tanto, que acho então, que nunca existiu...
Mas, só na presença... e não na ausência...
Era bem assim, sem coerência, sim...
Agora, certamente não existe mais,
nem um pouquinho...
E haja então em mim, paciência...
E haja então em mim, paciência...
eu e o meu ego, tão mesquinho.
Num mundo que nunca foi,
Num mundo que nunca foi,
um amor só meu...
Um mundo, em que sou só eu.
E o dela? Sem cabeça nem pé...
Um mundo, em que sou só eu.
E o dela? Sem cabeça nem pé...
Pé? nunca deu...
Era amor de novela,
Era amor de novela,
um amor de engano,
foi amor, que entrou pelo cano...
E que nunca saiu...
foi amor, que entrou pelo cano...
E que nunca saiu...
amor de quem desistiu...
E então, e finalmente... sumiu!
Devaneios de uma vida louca,
nesse mundo de egos, e em eterna disputa...
Dessa vida filha da puta...
E então, e finalmente... sumiu!
Devaneios de uma vida louca,
nesse mundo de egos, e em eterna disputa...
Dessa vida filha da puta...

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