segunda-feira, 14 de abril de 2014

agora nem existe.

ahh! que saudade dela.
Ela, que agora nem existe...
Ela, que insistia em me deixar triste.
Involuntariamente? 
Mente aérea e displicente?
Mente que seguia o dia...
E inconsequente se ia... mentia? 
Descaradamente!?
Ela, com aquela sua presente ausência,
tanto, que acho então, que nunca existiu...
Mas, só na presença... e não na ausência...
Era bem assim, sem coerência, sim...
Agora, certamente não existe mais, 
nem um pouquinho...
E haja então em mim, paciência... 
eu e o meu ego, tão mesquinho.
Num mundo que nunca foi, 
um amor só meu...
Um mundo, em que sou só eu.
E o dela? Sem cabeça nem pé... 
Pé? nunca deu...
Era amor de novela, 
um amor  de engano,
foi amor, que entrou pelo cano...
E que nunca saiu...  
amor de quem desistiu...
E então, e finalmente... sumiu!
Devaneios de uma vida louca,
nesse mundo de egos, e em eterna disputa...
Dessa vida filha da puta... 
que loucos por amar...à todos nos pariu...
ralleirias- Das mortes não morridas



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