Tão humano e tão ingênuo...
Esta muito própria, quase despercebida e oculta vontade
de desejar que o problema seja sempre externo à nós...
Pudéssemos fazer existir sempre que necessário um diabo...
Um pobre diabo, para expiar nossas culpas e medos,
e mesmo nossas paixões e nosso ódio, o desejo e a repulsa,
nossas covardes preguiças, em tomar as ações em nossas mãos...
Pegássemos então, no rabo do diabo e o puxássemos,
veríamos que está ligado às nossas próprias bundas...
ralleirias - 'Do rabo do diabo'- fragmento

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