terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Quatro da madrugada

E as quatro da madrugada
uma dor passada, se reapresenta...
Vem como uma poesia inacabada, 
e com cara de rabugenta...
Quer satisfações sobre os porquês 
que ela mesmo inventa...
Mas, não há respostas possíveis 
sobre esses lugares inexequíveis...
Forjar assim novas memórias, 
decerto ela intenta...
Mas a mente, assim me cobra, 
como seu melhor dom e grande obra, 
pode fazer tudo possível... 
Transformar devaneios 
em verdades, (e me esnoba)...
é o seu dom  mais incrível...
ralleirias - meta teatro


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