uma dor passada, se reapresenta...
Vem como uma poesia inacabada,
e com cara de rabugenta...
Quer satisfações sobre os porquês
Quer satisfações sobre os porquês
que ela mesmo inventa...
Mas, não há respostas possíveis
Mas, não há respostas possíveis
sobre esses lugares inexequíveis...
Forjar assim novas memórias,
Forjar assim novas memórias,
decerto ela intenta...
Mas a mente, assim me cobra,
Mas a mente, assim me cobra,
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