sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

E o mar, tornou-se mente à navegar eternamente, não há paz, tão simplesmente...

E o mar, tornou-se a mente
a navegar eternamente,
e não há paz,
tão simplesmente...

O tempo, que foi mar,
agora é vida
e mais navegar...

A vida que foi amar,
então é espera
e sendo o porvir enganador,
nunca aplacará nenhuma dor...

E a espera que foi angústia,
até um fim...
eis que verteu-se em paz
E então a paz, que nunca fora,
agora, é mais do que há.

E o mar, tornou-se mente a navegar
eternamente em paz,
tão simplesmente... amar é paz na mente.
ralleirias

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