infante e precarizado (para a vida dos outros,
que morrem nos atendimentos às suas vontades
e paixões floreadas e elitistas), este 'outro' que lhe
serve em suas demandas, é um mero brinquedo na
sua caixinha de interesses e fetiches sociais...
Que este protótipo de burguesinho(a) infantilizado
em seus desejos e sonhos, acha que poderá sempre
usar e trata-los como bem quiser e enquanto lhes
agradar e ou, houver utilidade...
É o fútil sendo trágico na sua futilidade...
-crônicas das lutas de classe
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