me convidou para junto com ela, vivermos uma loucura.
Fazendo uma loucura loucamente apaixonante, ousada e radiante...
E contra o opressivo e irredutível louco senso normal.
Expliquei que tudo poderíamos, inclusive ir à diante
mas na loucura, provavelmente enlouqueceríamos
e não mais atinaríamos como voltar ao estado normal.
Assim, loucamente pesada no bem e no mal a
loucura então, nos pareceu neles, um tanto igual
e fora do nosso ideal de um novo e louco real...
Foi assim... então da loucura desistimos
e ao normal mais nós aderimos com toda
a sua mesmice e a nossa, tudo sempre igual...
Vejo agora, enlouquecemos, na loucura
que não vemos obviamente no que é
dito como sendo geralmente o nosso normal...
E é sempre tarde, quando percebemos às loucuras
nas quais não nos perdemos, são justo as loucuras que
queríamos viver e nos deixar loucamente amar!
Expliquei que tudo poderíamos, inclusive ir à diante
mas na loucura, provavelmente enlouqueceríamos
e não mais atinaríamos como voltar ao estado normal.
Assim, loucamente pesada no bem e no mal a
loucura então, nos pareceu neles, um tanto igual
e fora do nosso ideal de um novo e louco real...
Foi assim... então da loucura desistimos
e ao normal mais nós aderimos com toda
a sua mesmice e a nossa, tudo sempre igual...
Vejo agora, enlouquecemos, na loucura
que não vemos obviamente no que é
dito como sendo geralmente o nosso normal...
E é sempre tarde, quando percebemos às loucuras
nas quais não nos perdemos, são justo as loucuras que
queríamos viver e nos deixar loucamente amar!
- bravo amar
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