celebrar a vitória é a proposta do heroico
momento de consagração dos vencedores
que amealharam as conquistas necessárias
que o poder do dinheiro traz neste mundo,
aonde tudo parece que se pode, quando tudo
parece que se compra... neste contexto a
máquina de produzir necessidades ficcionais
e confrontos para, por conta de ansiedades
consumistas infinitas, devorar-se todo o mundo
e as vidas que isto exige é o que move o lucro
no capitalismo tardio, que apropriou-se da
celebração da vida e transformou-a numa
máquina de trucidar pessoas em nome de uma
felicidade criminosa da qual todos participam...
Não é natal, é final é mortal.
Hipocrisia é como se chama o absurdo de tal festejo.
Boa 'festa', e viva com isso, até chegar a sua vez.

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