O demônio do medo
espiava em segredo...
E irrequieto, esperava
o seu tempo, assim,
no fim do nosso fim.
Mas, perdendo a paciência
roupou-se em virulência...
E a sua presença
foi bem notada, enfim...
Desmascarado porque
atravessou o espelho...
Desesperado enxergou-se
preso em mim...
ralleirias (Do rabo do diabo)

Nenhum comentário:
Postar um comentário