domingo, 27 de março de 2016

cético

Havia um demônio
cético
que não acreditava
em maldade.

Daí, tudo
o que ele presumia
parecia bom.
Pensava ele que
nunca fugira
do tom...

Sempre acertava-se
no atual compasso.
Laçando pescoços,
coletava assim 'cabeças'
também por certeiro laço...

Exprimia-se por ilusões
e então, daí, espremia
cérebros e corações,
bebia seus sucos..
solidões,
emoções,
demolições...

ralleirias (Do rabo do diabo)


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