Maldito mundo, que por randômico, parece não ter fim
mas é sempre muito igual, repetindo-se,
vai assim, assim, assim...
Mesmas sagas mesmos poemas, personagens e dilemas.
Outra vez sou um eu, outra vez um pretenso poeta,
mais uma vez mártir em minhas próprias causas,
e de novo herói no passado, sempre engano ao enganado!
Sonho dentro do sonho sonhado.
Malditos versos e rimas e infindáveis e inúteis epifanias,
melhor quem sabe, é ser um idiota, e não perceber que o tempo é
como um agiota, que nos empresta sem esperar receber, pra nos
tomar no fim, tudo. Até chegarmos além do não ter, ao não ser...
E então, eis um novo querer e repetir num refazer.
(...)
Maldito mundo, que por randômico, parece não ter fim
mas é sempre muito igual, repetindo-se,
vai assim, assim, assim...
ralleirias - das asceses místicas

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