quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Um galope da imaginação.

A lua, noite após noite, esfrega na cara da humanidade uma verdade...
O tempo não é nosso, nada tem à ver com nossos relógios, calendários,
nem com os nossos compromissos...
Talvez o tempo, esteja mais para movimento e espaço...
Contudo ainda são conceitos, presos à noções de realidades,
linguagens e identidades...
As revoluções da lua, nos dão uma pista, sobre o que pensamos ser o tempo,
É algo como um galope da imaginação, sentada sobre o acaso,
daquilo que entendemos por realidade...
ralleirias


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