quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Um novo ente...

Aquele que resistiu e assim,
causou transição...
Venceu as barreiras
das mudanças, mas
encontra também,
uma derrota nestas fronteiras...
As penas de uma revolução...

É que diluídas, foram também,
todas as antigas certezas
e da mesma forma, aquelas,
eram as esperanças...
Assim, são sentenças
então abolidas agora,
pelas mudanças...

Mas, eis que surge
neste novo agora,
um novo ente.
E este, nasce sempre
com fome e ganas de viver...
Do contrário, nem nasceria,
e tudo diferente seria...
E ele, paga pra ver...

Foi aquele mesmo,
que deixou as estradas
em quais achou, não valer à pena seguir,
Estava errado, mas agora está certo.
Não tão curiosamente, valeu à pena desistir!
Sim! - Quando isto se faz num corajoso
e novo construir...

Um novo ente,
quer sempre,
mesmo aparentemente,
involuntariamente,
apenas, transcender
permanentemente
aquelas barreiras de si...

E, para ser assim,
à este novo ente,
requerido é estar
sempre presente,
e... constantemente,
mergulhando no aqui!
ralleirias (Das mortes não morridas)



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