Tão perto do eixo,
tudo é mais ligeiro.
Em relação a ele, na borda é tão calmo...
E é agitado no meio.
Um ciclo é fim, um ciclo é começo.
Turbilhão que roda, em contentamento e receio.
E quanto ao fim, quando o desejamos, nunca é o esperado.
Assim então, eis que verdadeiramente, ainda o fim, não é chegado...
Pois o fim mesmo é por fim... sempre inesperado.
É que um fim, é também um novo começo...
Ao centro do centro,
como num ponto mágico do eixo
parece, num longo instante, que tudo está parado!
É este o novo começo, que já foi iniciado...
ralleirias

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