Quem me dera deter tamanho poder...
Este de resolver-se sobre a paixão,
pois eis que ela chega e nos corrompe,
transforma, nos conforma dentro duma ilusão...
Uma semente, que vem com os ventos do desejo,
brota e faz gracejos, ao nosso coração.
Floresce no amor, que padece na dor
quando morre esta flor, de desilusão...
Agora, com raiva, arranca estes brotos!
Os amores são escrotos, renego a paixão..!
O amor não é flor, de fato é dor! Não quero não!
Então, sopram outros ventos... e estamos ao relento...
Chega uma nova semente, nela, outro amor está latente...
Eis que brota uma nova paixão..!
Acho que o amor, é como uma maldição... Ou não? Ou não!
ralleirias
Imagem : MARIUS MARKOWSKI

Nenhum comentário:
Postar um comentário