1- 'Nunca pare de imaginar, o dia que você fizer isto,
será o dia em que irá morrer!!!'
(1 lê, 'traduzindo' para o 2 e 3 )
1- Onde começa a morte da vida?
2- De qual vida? de quem?
1- De qual ou quem! claro... Mais apropriado, somos tantos durante uma só existência, que ela na verdade é múltipla...
2- Papeis transitórios, personas fictícias que existem alheias a nós... nas mentes de nossos pares...
3- limita-se a um -- 'Unhh' 'ahann'... e toma mais um gole, quase secando o copo... num olhar, levantando uma das sobrancelhas).
1- E que por vezes, sequer tomamos conhecimento,
que somos um 'nós', mas, existindo nos universos dos outros,
e em papeis que não queremos...
3- Entendo no caso de vocês é bem mais intenso...
1- Com um olhar caído...cara, Isto por acaso é um deboche?
2- É deboche!
3- Deboche!? Porra... não tenho direito de pensar contextualizando? É óbvio que não é possível eu
não contextualizar vocês, em qualquer coisa vinda de vocês...
2- Como vocês?
1- Vocês?
3- ... Caras, vocês são 'SEMPRE' muito complicados...
O anão(3) toma mais um gole, balança a cabeça e olha para o lado com cara de deixa pra lá...
E o homem de duas cabeças(1,2) 'disputa' meio atrapalhado o folhear do jornal....
3- Quando vocês começam a filosofar é porque já tão bêbados...
2- Eu não tô bebendo...ainda...
1- 'bufa'...Vocês! Vocês?
(...)ralleirias - Das lutas de classe - fragmento

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