Consciência pessoal na espacialidade e
percepção sobre sua localização integral,
nos diferentes eixos da todas as humanas
complexidades, compreendendo além das
corporeidades, entre os pertencimentos,
deslocando-se pelos espaços em seus
sistêmicos acontecimentos, revezando as
forças em apropriações de conformações
residuais e emergentes e dentro de suas
reais capacidades e sínteses convergentes,
à sua identidade renitente, ali no agora,
e sempre como um pertencente, concordante
ou dissidente e nisto é que se refaz
também nos destinos dali, remanescentes.
Assim é o existir dentro das matrizes
aonde o ser se integra aos poucos no
processo de subjetivação contínua aonde
deve tentar completar-se, assim perpetuando
sua tentativa de existir, tentando numa auto
revalidação, viver em se auto permitir.
- Crônicas das lutas de classe
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