O que tomas em vida, como o teu alimento
senão um pouco ou toda a morte de outros,
que serão depois assim, os teus excrementos!
O que tens como opinião,
senão apenas repetição...
Padrão e comparação duma linguagem,
que é encarceradora, é prisão.
E o teu tempo, é tão igual ao de todos,
fragmentado em desejos e devaneios tolos...
Ainda te reconheces como entidade
pelo passado que te dá identidade...
O teu futuro, é uma aposta...
Mas, como todos
virás a ser, um dia,
apenas mais uma bosta...
ralleirias

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