Parece mesmo, um processo muito complicado
como esta subjetividade da lógica do ódio confunde
e faz, na maioria das vezes, que ele se agigante...
Já o amor e a tolerância, assim, também parecem bastante frágeis
em suas sustentações, talvez porque a fonte seja a mesma...
Somos nós e nossos egos, que prostituímos a razão, de acordo
com nossos medos, desejos e ignorâncias.
Assim, o silêncio interno necessário, para o despertar da lucidez
sobre a origem dos pensamentos e motivações e significações,
mostra-se como impraticável, frente à esta gritaria de um mundo que
parece agora, não estar longe desta catarse necessária para sua libertação...
Já está em flagrante convulsão.
Talvez, depois do colapso... então o amor finalmente re-surja.
Pois, certamente, ainda o amor é maior que tudo,
pois ele se parece com a verdade:
Em sua naturalidade,
não precisa de quase nada para sustenta-la...
E é diferente do ódio, este, que se parece com a mentira:
Precisa de sustentação e investimentos permanentes...
Difícil o ódio que não desperte mais ódio...
Mas, nós e nossas crenças, ainda somos a fonte de tudo...
Talvez por isto, os odiosos e suas maquinações,
ainda gracejam, todos os dias...
ralleirias- das lutas de classe

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